Jesus Cristo que venceu a morte, proteja todos os leitores deste humilde blog.
Feliz Páscoa 2013
Quem quiser ganhar a indulgência plenária (com as condições de costume) pode assistir pelo Youtube ao vivo a benção Urbi et Orbi amanhã às 7:00 horário de Brasília.
sábado, 30 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Dilma quer que o Papa faça a opção preferencial pelos cobres?
Só pode ser isto. A presidente Dilma com sua frase esdrúxula deve estar pensando num Papa petralha, talvez ela tenha ficado empolgada com a roupa vermelha dos cardeais e achou que era a convenção do PT.
Quem sabe depois de ouvir Dilma o Papa não aceite que o mensalão nunca existiu.
Quem sabe depois de ouvir Dilma o Papa não aceite que o mensalão nunca existiu.
domingo, 17 de março de 2013
Dora Krammer acerta no alvo sobre o Conclave e eleição do Papa Francisco
Eis uma jornalista a quem admiro profundamente.
Vale a pena escutar o que ela falou na BandNews FM no dia da eleição. http://bandnewsfm.band.com.br/audio/2013/03/DORA_1303.mp3
Vale a pena escutar o que ela falou na BandNews FM no dia da eleição. http://bandnewsfm.band.com.br/audio/2013/03/DORA_1303.mp3
quinta-feira, 14 de março de 2013
Gerson Camarotti trollado pelo Vaticano não se cansa de falar bobagem
Depois de ter sido epicamente trollado pelo Vaticano e vendo todas suas profecias irem por terra, o intrépido Gerson Camarotti não se cansa e resolve ser o profeta do acontecido.
Vamos a última dele que rivaliza com a declaração do novo chefe do manicômio de Caracas segundo o qual Chavez influenciou na eleição do Papa.
Ele vai em vermelho e o frei em azul.
Vamos a última dele que rivaliza com a declaração do novo chefe do manicômio de Caracas segundo o qual Chavez influenciou na eleição do Papa.
Ele vai em vermelho e o frei em azul.
EXCLUSIVO: Cardeais da Ásia e da África despejaram votos em Bergoglio
CIDADE DO VATICANO - Sabe-se agora que além dos purpurados da América Latina, muitos cardeais da África e da Ásia despejaram seus votos no então cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio. O Blog apurou que esses votos foram fundamentais para consolidar a candidatura do arcepisbo de Buenos Aires desde o primeiro escrutínio. Os votos do italiano Angelo Scola diminuíram rapidamente nos escrutínios seguintes.
Hummmm. Considerando que há excomunhão braba para quem revelar coisas do conclave, das duas uma: ou Camarotti está delirando ou tem cardeal excomungado.
“Sem fortes candidatos, os africanos e asiáticos passaram a apoiar Bergoglio, que representava a mudança”, revelou uma fonte do Vaticano.
Gozado que o próprio Camarotti falou de camarote a torto e a direito de outras opções...
Essa articulação foi feita pouco antes do início do conclave pelo cardeal de Honduras, Óscar Maradiaga, presidente da Cáritas Internacional. O Blog já havia antecipado o papel de Maradiaga como principal cabo eleitoral da candidatura de Bergoglio.
Maradiaga, além de tocar violão é cabo eleitoral. Deve ter feito até jingle: "bote fé no Bergoglio, o Bergoglio é demais, boté fé no Bergoglio pois ele sabe o que faz"
Na condição de principal nome da Cáritas em todo o mundo, o arcebispo de Tegucigalpa tem grande poder de ramificação e contatos com prelados influentes da Igreja em todos os continentes. Num Colégio dos Cardeais que muitos purpurados não se conhecem, essa interlocução internacional passa a ser um trunfo poderoso.
Camarotti falou. Grandes m.... (não falo palavrão na Quaresma)
quarta-feira, 13 de março de 2013
Papa Francisco
O Papa Francisco apareceu há pouco no balcão da basílica de São Pedro para saudar o mundo pela primeira vez.
Vários jornalistas levaram, perdoem a expressão não papal deste pobre frade, um nabo homérico.
Muito bom o texto do Augusto Nunes criticando os jornalistas de araque.
Vários jornalistas levaram, perdoem a expressão não papal deste pobre frade, um nabo homérico.
Muito bom o texto do Augusto Nunes criticando os jornalistas de araque.
A campanha pela eleição do Papa brasileiro terminou. É hora de começar a tratar da redução do rebanho de pecadores no poderComo se fosse pouco o fato de Deus ser brasileiro, boa parte do País do Carnaval passou os primeiros dias de março exigindo ─ ou comemorando antecipadamente ─ a eleição de um Papa nascido aqui. Metade da torcida não decorou a primeira parte do Salve Rainha; a outra esqueceu a segunda parte do Credo. Alheios a tais irrelevâncias, jornalistas convertidos neste verão e vaticanistas de jardim da infância decidiram que chegara a hora de instalar um compatriota no trono reservado ao chefe de 1,2 milhão de devotos.
Como aprendemos já no berço, este é o maior país católico do mundo. Lula conversa com o Pai e aconselha o Espírito Santo pelo menos duas vezes por semana. E não é qualquer nação que apresenta um candidato do porte do cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo e um dos mais influentes dos 105 participantes do conclave. É nome para fumaça branca já na primeira votação, garantiram redatores de manchetes e apresentadores de telejornais.
Ainda não foi desta vez, decepcionaram-se os manifestantes que desde segunda-feira berravam na Praça de São Pedro a palavra de ordem que fundiu a pátria e a fé: “O Papa é do Brasil!”. Não é. É da Argentina o cardeal Jorge Mario Bergoglio, que vai ocupar com o título de Francisco I o trono reservado ao representante de Deus na Terra. Deu zebra, começam a balbuciar teólogos que não sabem a diferença entre um terço e um colar. É nisso que dá brincar de doutor com coisa que não se conhece nem de vista.
Terminada a campanha, que tal descobrir que o ano já está no terceiro mês e há problemas de sobra a enfrentar no país comandado por Lula e gerenciado por Dilma Rousseff, com a ajuda de 39 trapalhões? Dispensado de pensar na eleição do Papa, o rebanho tem tempo de sobra para pensar em eleições domésticas. Já que não emplacaram o Santo Padre, os brasileiros poderiam sentir-se menos frustrados (e permitir que o país decente se sentisse muito melhor) se tratassem de mandar para casa (ou para a cadeia) os pecadores que infestam os Três Poderes.
Um Papa nativo teria de examinar a hipótese de excomungar um por um os criminosos que, alojados nas cercanias dos cofres públicos, espancam os Dez Mandamentos e colecionam pecados capitais. As urnas podem fazer, e em escala industrial, o mesmo serviço. Oremos
segunda-feira, 11 de março de 2013
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