Só pode ser isto. A presidente Dilma com sua frase esdrúxula deve estar pensando num Papa petralha, talvez ela tenha ficado empolgada com a roupa vermelha dos cardeais e achou que era a convenção do PT.
Quem sabe depois de ouvir Dilma o Papa não aceite que o mensalão nunca existiu.
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segunda-feira, 18 de março de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Dora Krammer acerta no alvo sobre o Conclave e eleição do Papa Francisco
Eis uma jornalista a quem admiro profundamente.
Vale a pena escutar o que ela falou na BandNews FM no dia da eleição. http://bandnewsfm.band.com.br/audio/2013/03/DORA_1303.mp3
Vale a pena escutar o que ela falou na BandNews FM no dia da eleição. http://bandnewsfm.band.com.br/audio/2013/03/DORA_1303.mp3
quinta-feira, 14 de março de 2013
Gerson Camarotti trollado pelo Vaticano não se cansa de falar bobagem
Depois de ter sido epicamente trollado pelo Vaticano e vendo todas suas profecias irem por terra, o intrépido Gerson Camarotti não se cansa e resolve ser o profeta do acontecido.
Vamos a última dele que rivaliza com a declaração do novo chefe do manicômio de Caracas segundo o qual Chavez influenciou na eleição do Papa.
Ele vai em vermelho e o frei em azul.
Vamos a última dele que rivaliza com a declaração do novo chefe do manicômio de Caracas segundo o qual Chavez influenciou na eleição do Papa.
Ele vai em vermelho e o frei em azul.
EXCLUSIVO: Cardeais da Ásia e da África despejaram votos em Bergoglio
CIDADE DO VATICANO - Sabe-se agora que além dos purpurados da América Latina, muitos cardeais da África e da Ásia despejaram seus votos no então cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio. O Blog apurou que esses votos foram fundamentais para consolidar a candidatura do arcepisbo de Buenos Aires desde o primeiro escrutínio. Os votos do italiano Angelo Scola diminuíram rapidamente nos escrutínios seguintes.
Hummmm. Considerando que há excomunhão braba para quem revelar coisas do conclave, das duas uma: ou Camarotti está delirando ou tem cardeal excomungado.
“Sem fortes candidatos, os africanos e asiáticos passaram a apoiar Bergoglio, que representava a mudança”, revelou uma fonte do Vaticano.
Gozado que o próprio Camarotti falou de camarote a torto e a direito de outras opções...
Essa articulação foi feita pouco antes do início do conclave pelo cardeal de Honduras, Óscar Maradiaga, presidente da Cáritas Internacional. O Blog já havia antecipado o papel de Maradiaga como principal cabo eleitoral da candidatura de Bergoglio.
Maradiaga, além de tocar violão é cabo eleitoral. Deve ter feito até jingle: "bote fé no Bergoglio, o Bergoglio é demais, boté fé no Bergoglio pois ele sabe o que faz"
Na condição de principal nome da Cáritas em todo o mundo, o arcebispo de Tegucigalpa tem grande poder de ramificação e contatos com prelados influentes da Igreja em todos os continentes. Num Colégio dos Cardeais que muitos purpurados não se conhecem, essa interlocução internacional passa a ser um trunfo poderoso.
Camarotti falou. Grandes m.... (não falo palavrão na Quaresma)
quarta-feira, 13 de março de 2013
Papa Francisco
O Papa Francisco apareceu há pouco no balcão da basílica de São Pedro para saudar o mundo pela primeira vez.
Vários jornalistas levaram, perdoem a expressão não papal deste pobre frade, um nabo homérico.
Muito bom o texto do Augusto Nunes criticando os jornalistas de araque.
Vários jornalistas levaram, perdoem a expressão não papal deste pobre frade, um nabo homérico.
Muito bom o texto do Augusto Nunes criticando os jornalistas de araque.
A campanha pela eleição do Papa brasileiro terminou. É hora de começar a tratar da redução do rebanho de pecadores no poderComo se fosse pouco o fato de Deus ser brasileiro, boa parte do País do Carnaval passou os primeiros dias de março exigindo ─ ou comemorando antecipadamente ─ a eleição de um Papa nascido aqui. Metade da torcida não decorou a primeira parte do Salve Rainha; a outra esqueceu a segunda parte do Credo. Alheios a tais irrelevâncias, jornalistas convertidos neste verão e vaticanistas de jardim da infância decidiram que chegara a hora de instalar um compatriota no trono reservado ao chefe de 1,2 milhão de devotos.
Como aprendemos já no berço, este é o maior país católico do mundo. Lula conversa com o Pai e aconselha o Espírito Santo pelo menos duas vezes por semana. E não é qualquer nação que apresenta um candidato do porte do cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo e um dos mais influentes dos 105 participantes do conclave. É nome para fumaça branca já na primeira votação, garantiram redatores de manchetes e apresentadores de telejornais.
Ainda não foi desta vez, decepcionaram-se os manifestantes que desde segunda-feira berravam na Praça de São Pedro a palavra de ordem que fundiu a pátria e a fé: “O Papa é do Brasil!”. Não é. É da Argentina o cardeal Jorge Mario Bergoglio, que vai ocupar com o título de Francisco I o trono reservado ao representante de Deus na Terra. Deu zebra, começam a balbuciar teólogos que não sabem a diferença entre um terço e um colar. É nisso que dá brincar de doutor com coisa que não se conhece nem de vista.
Terminada a campanha, que tal descobrir que o ano já está no terceiro mês e há problemas de sobra a enfrentar no país comandado por Lula e gerenciado por Dilma Rousseff, com a ajuda de 39 trapalhões? Dispensado de pensar na eleição do Papa, o rebanho tem tempo de sobra para pensar em eleições domésticas. Já que não emplacaram o Santo Padre, os brasileiros poderiam sentir-se menos frustrados (e permitir que o país decente se sentisse muito melhor) se tratassem de mandar para casa (ou para a cadeia) os pecadores que infestam os Três Poderes.
Um Papa nativo teria de examinar a hipótese de excomungar um por um os criminosos que, alojados nas cercanias dos cofres públicos, espancam os Dez Mandamentos e colecionam pecados capitais. As urnas podem fazer, e em escala industrial, o mesmo serviço. Oremos
sábado, 9 de março de 2013
O Estábulo de São Paulo segue falando asneira
Aí vão as manchetes do Estábulo de São Paulo de hoje.
O frei aqui não pode apostar pelo voto de probreza mas recomenda que aqueles que quiserem apostar não se informem pelo Estábulo de São Paulo que vem praticando jornalismo de quinta categoria e está nas minhas orações diárias. Rezo para que vá a falência.
Se quiser apostar veja as probabilidades aqui: http://www.intrade.com/v4/markets/?eventId=92185 ou então aqui: http://www.oddschecker.com/politics-and-election/next-pope/winner
Dom Odilo subiu nas casas de apostas mas ainda está pagando 8 para 1 o que é bem alto.
O frei aqui não pode apostar pelo voto de probreza mas recomenda que aqueles que quiserem apostar não se informem pelo Estábulo de São Paulo que vem praticando jornalismo de quinta categoria e está nas minhas orações diárias. Rezo para que vá a falência.
Se quiser apostar veja as probabilidades aqui: http://www.intrade.com/v4/markets/?eventId=92185 ou então aqui: http://www.oddschecker.com/politics-and-election/next-pope/winner
Dom Odilo subiu nas casas de apostas mas ainda está pagando 8 para 1 o que é bem alto.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Gerson Camarotti ¿porque no te callas?
Segundo ele mesmo: "Gerson Camarotti é comentarista político da Globo News e repórter especial de política do Jornal das Dez. Pernambucano e torcedor do Náutico desde 1973. Jornalista formado pela Unicap". Não eu não comi um m. É Unicap mesmo não Unicamp.
Unicap é a Universidade Católica de Pernambuco. Não é pontifícia, mas se diz católica. E Gerson Camarotti tem se dedicado ultimamente a escrever sobre o conclave com sua visão míope da Igreja Católica.
Vejam a última.
Da forma que ele fala o conclave é como a eleição para a presidência do Senado. Estão buscando um Renan Calheiros para Papa.
É triste ver um jornalista que consegue ser publicado na página inicial do G1 ter uma análise tão rasa de um assunto tão importante como é o conclave. Certamente os cardeais que vão eleger o Papa não estão nem aí com o resultado da eleição da CNBB do B.
Unicap é a Universidade Católica de Pernambuco. Não é pontifícia, mas se diz católica. E Gerson Camarotti tem se dedicado ultimamente a escrever sobre o conclave com sua visão míope da Igreja Católica.
Vejam a última.
Integrantes do episcopado brasileiro estão preocupados com o lançamento precoce da candidatura do cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, por cardeais americanos. O temor é que esse movimento possa queimar as chances de Scherer. Isso porque a grande exposição dele nos últimos dias levantou aspectos positivos, mas também negativos para a escolha do Odilo como o próximo Papa.
Entre os aspectos positivos levantados, está o fato dele ser da América Latina, o que poderia simbolizar uma renovação no Vaticano. Dom Odilo também já viveu na Cúria Romana, onde trabalhou na Congregação para os Bispos. Além disso, ele tem uma atuação classificada de “corajosa” no comando de uma das maiores arquidioceses do mundo.
O fato de o cardeal brasileiro ter enfrentado pessoalmente estudantes da PUC, recentemente, é apontado como um traço forte da sua personalidade. Apesar de ter sido agredido verbalmente, ele não se intimidou e manteve o ato religioso no pátio da universidade.
Mas o Blog apurou que nestes últimos dias, alguns integrantes do episcopado brasileiro passaram a ser consultados por colegas de todo o mundo para traçar um perfil de dom Odilo. O próprio episódio da PUC também passou a explicitar a personalidade mais rígida do cardeal de São Paulo.
Outro fato que chamou a atenção é de que, em 2011, ele perdeu a disputa para o comando da CNBB. Na ocasião, o cardeal de Aparecida, dom Raymundo Damasceno, foi eleito no segundo escrutínio com 196 votos (71% dos votos válidos). Dom Odilo recebeu 75 votos.
Esse placar mostra que há resistência ao nome de dom Odilo entre integrantes do episcopado brasileiro. De perfil conservador, ele é apontado como um cardeal pouco político no trato com os bispos brasileiros. “Tem um estilo mais alemão. É muito direto e objetivo. Não é de fazer política”, resume um influente prelado que conviveu com dom Odilo na CNBB, quando ele foi secretário-geral da entidade.
Esses comentários acabam contaminando os cardeais que vão participar do conclave. “O grande problema é que lançaram muito cedo a candidatura de dom Odilo. Certamente, é uma tentativa de queimá-lo”, alertou esse prelado, que é próximo do cardeal.
Da forma que ele fala o conclave é como a eleição para a presidência do Senado. Estão buscando um Renan Calheiros para Papa.
É triste ver um jornalista que consegue ser publicado na página inicial do G1 ter uma análise tão rasa de um assunto tão importante como é o conclave. Certamente os cardeais que vão eleger o Papa não estão nem aí com o resultado da eleição da CNBB do B.
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Dom Odilo para Papa? O G1 que falou. Vamos analisar
O G1 está se esmerando na arte de falar bobagem. Não que dom Odilo não possa ser eleito Papa, não é meu favorito porque não tem uma cabeça teológica apurada, mas tenho fé de que o Espírito Santo sabe o que faz.
O problema é a forma que o G1 apresenta a coisa.
Vamos comentar o G1. Eles na cor do capeta e eu na cor do manto da Virgem.
O problema é a forma que o G1 apresenta a coisa.
Vamos comentar o G1. Eles na cor do capeta e eu na cor do manto da Virgem.
O jornal italiano "La Stampa" afirmou no sábado (2) que cresce a cotação do cardeal brasileiro dom Odilo Scherer para se tornar o novo Papa, sucedendo ao agora Papa Emérito Bento XVI.
A articulação incluiria eleger um secretário de Estado do Vaticano italiano, ou argentino de origem italiana no conclave de cardeais que deve ocorrer nos próximos dias, após a renúncia de Bento XVI, formalizada na última quinta-feira (28).
Meus amigos. Se houvesse uma articulação neste sentido os envolvidos estariam excomungados de acordo com o N.81 da Constituição que regula o conclave
Os Cardeais eleitores abstenham-se, além disso, de todas as formas de pactuação, convenção, promessa, ou outros compromissos de qualquer género, que os possam obrigar a dar ou a negar o voto a um ou a alguns. Se isto, realmente, se tivesse verificado, mesmo que fosse sob juramento, decreto que tal compromisso é nulo e inválido e que ninguém está obrigado a observá-lo; e, desde já, comino a pena de excomunhão latae sententiae para os transgressores desta proibição. Todavia, não é meu intento proibir que, durante o período de Sé vacante, possa haver troca de ideias acerca da eleição.
Por trás da iniciativa, segundo o jornal, estaria o decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano, e o cardeal italiano Giovanni Battista Re, além de outros cardeais italianos.
O Cardeal Sodano não vota e nem entra no conclave.
A argumentação a favor de Dom Odilo, sempre segundo o jornal, é que ele é um latino-americano bem considerado, fala bem italiano e tem um sobrenome alemão e "modos medidos" que o fazem parecer "pouco latino".
Não sei se entendei bem, mas pareceu racismo. "Latino mas limpinho". Será que foi isto que disse o jornal?
Já o jornal "Il Messaggero" coloca Scherer ao lado de três outros favoritos: o canadense Marc Ouellet, o húngaro Peter Erdo e o italiano Angelo Scola.
Meu favorito será o que o Espírito Santo escolher. Se bem que gosto do Cardeal Edwin O'Brian que já saltou de paraquedas atrás das linhas inimigas no Vietnã como capelão para atender seus soldados.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
G1 continua mostrando ignorância.
Amigos, a penitência quaresmal tem sido braba. Mas a pior penitência é ler asneiras.
Aqui vai a quota de hoje.
Primeiro o analfabetismo funcional e depois o moral.
Veja a chamada na página principal e a seguir o que se lê quando se clica.
Então ele vai, mas não vai... O analfabetismo nas redações é um problema sério. E os que comentam as matérias estão num nível mais baixo ainda na cadeia alimentar.
Mas o analfabetismo funcional não é o pior. Leia o que escreve o blogueiro Gerson Camarotti. O dele vai na cor do capeta, o frei comenta em azul.
Então vejamos, há 18 cardeais eleitores que são membros de uma ordem religiosa - OP(2), PSS(1), SDB(4), OFM(4), OMM(1), OMI(1), SJ(2), CM(1), CS(1), CSSR(1); segundo a lógica de sua insalência estes não poderiam também ser eleitos certo?
No entanto não é bem assim que a banda toca. O Espirito Santo não concorda muito com sua insalência e na história houve 34 Papas de 265 que eram religiosos. Só dos Beneditinos foram 17.
Depois disto, só lembrando o Rei da Espanha: "¿Por qué no te callas?
Aqui vai a quota de hoje.
Primeiro o analfabetismo funcional e depois o moral.
Veja a chamada na página principal e a seguir o que se lê quando se clica.
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| Um sábio comentarista que entende tudo de história... |
Mas o analfabetismo funcional não é o pior. Leia o que escreve o blogueiro Gerson Camarotti. O dele vai na cor do capeta, o frei comenta em azul.
Favorito até o momento para o Conclave, o cardeal arcebispo de Milão, Angelo Scola, começa a encontrar resistências de cardeais de setores mais moderados da Igreja. Vários bispos demonstram preocupação pelo fato de Scola ser ligado a um grupo poderoso da Igreja Católica, denominado Comunhão e Libertação.É o famoso favoritismo PND. O vários ali deve ser uns dois ou três.
“O Papa não pode ser de um grupo da Igreja, tem que representar toda a Igreja. O grande problema desses grupos é que eles buscam o poder interno. Esses grupos, como o Comunhão e Libertação e a Opus Dei, funcionam como partidos políticos dentro da Igreja”, relatou ao blog um arcebispo.Um arcebispo relatou ao blog que a Comunhão e Libertação e o Opus Dei são como partidos políticos. Sei... E o Papa não poderia vir das fileiras de um movimento ou instituição da Igreja porque tem que representar toda a Igreja segundo sua insalência.
Então vejamos, há 18 cardeais eleitores que são membros de uma ordem religiosa - OP(2), PSS(1), SDB(4), OFM(4), OMM(1), OMI(1), SJ(2), CM(1), CS(1), CSSR(1); segundo a lógica de sua insalência estes não poderiam também ser eleitos certo?
No entanto não é bem assim que a banda toca. O Espirito Santo não concorda muito com sua insalência e na história houve 34 Papas de 265 que eram religiosos. Só dos Beneditinos foram 17.
Depois disto, só lembrando o Rei da Espanha: "¿Por qué no te callas?
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Anta locuta causa finita
O jornalista que resolveu ser especialista em questões papais e de renúncias papais escreve no portal G1 em vermelho e este frei comenta em azul.
Cresce a pressão de cardeais de todo o mundo para antecipar o Conclave. Em carta ao secretário de Estado e Camerlengo, Tarcísio Bertone, um purpurado brasileiro argumentou que se o Conclave for mantido para 15 de março, muitos cardeais teriam que retornar para suas arquidioceses.Imagino que o pessoal está com coisas muito mais importantes para fazer que o conclave. Coisas como organizar eventos, falar da campanha da fraternidade, etc.
“Ninguém quer voltar. Todo mundo quer aproveitar a viagem para acompanhar a renúncia do Papa Bento XVI e já ficar para o Conclave”, explicou um cardeal, em conversa com o Blog. “Repetir uma viagem à Roma é muito cansativo num curto espaço de tempo”, reforçou.Como diria o capitão Nascimento: o senhor é um fanfarrão. Imagine no século XV quando os cardeais iam para lá no lombo de um burro. Viajar de classe executiva dá para aguentar senhor cardeal anônimo.
A tendência é de antecipação do Conclave. Mas neste momento, o grande esforço é de restringir os nomes dos favoritos para a sucessão de Bento XVI para evitar um Conclave demorado e com muitas disputas.Note que Bento XVI ainda não renunciou e "neguinho" já está repartindo o butim. Quero ver a cara dos cardeais se Bento XVI chega no dia 28, dá um tapa na mesa e fala: "quem manda nesta .... aqui sou eu".
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| Imagem meramente ilustrativa... |
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O Papa pode desistir de renunciar
Finalmente um artigo sensato na imprensa: O arrependimento do Papa é possível.
Como ler o Estábulo de São Paulo tem dado desânimo nos últimos dias resolvi tentar a Folha (o Globo nesta época de carnaval só pensa da cintura para baixo), e encontrei o artigo acima citado.
Enquanto não ficar vacante a sede de Roma às 20hs do dia 28/02 o Papa Bento XVI tem poder supremo sobre a Igreja de acordo com o Cân. 333 §3: "Contra uma sentença ou decreto do Romano Pontífice, não há apelação, nem recurso".
Ou seja: até dia 28/02 todos os que já se preparam para o conclave talvez devam ter a prudência de comprar passagens que possam ser remarcadas. O Papa ainda pode voltar atrás, este frei ousaria dizer que deve voltar atrás.
Bem que o Papa poderia aproveitar o embalo da desistência da renúncia e passar o rodo em alguns Cardeais, Bispos, Padres, Freis, Freiras, etc. Se quiser ajuda eu compilo uma lista.
Como ler o Estábulo de São Paulo tem dado desânimo nos últimos dias resolvi tentar a Folha (o Globo nesta época de carnaval só pensa da cintura para baixo), e encontrei o artigo acima citado.
Enquanto não ficar vacante a sede de Roma às 20hs do dia 28/02 o Papa Bento XVI tem poder supremo sobre a Igreja de acordo com o Cân. 333 §3: "Contra uma sentença ou decreto do Romano Pontífice, não há apelação, nem recurso".
Ou seja: até dia 28/02 todos os que já se preparam para o conclave talvez devam ter a prudência de comprar passagens que possam ser remarcadas. O Papa ainda pode voltar atrás, este frei ousaria dizer que deve voltar atrás.
Bem que o Papa poderia aproveitar o embalo da desistência da renúncia e passar o rodo em alguns Cardeais, Bispos, Padres, Freis, Freiras, etc. Se quiser ajuda eu compilo uma lista.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Saio da minha penitência quaresmal para comentar a asneira de Élio Gaspari
Hoje saio da minha penitência quaresmal para comentar a asneira de Élio Gaspari. Ontem foi Pondé quem falou pelo buraco errado, hoje é Gaspari.
De Gaspari já esperava, de Pondé não.
O texto de Gaspari vai abaixo na cor do capeta. O frei comenta em Azul que é a cor da Virgem Maria.
De Gaspari já esperava, de Pondé não.
O texto de Gaspari vai abaixo na cor do capeta. O frei comenta em Azul que é a cor da Virgem Maria.
Tudo o que se pode esperar da escolha do sucessor de Bento XVI é o fim de um Vaticano eurocêntrico. Desde que Karol Wojtyla tornou-se João Paulo II, a Europa é o centro das atenções da Cúria. O Papa polonês cumpriu uma fenomenal missão histórica ajudando a desmontar décadas de tolerância com as ditaduras comunistas.
Curioso o cara que baba o ovo de Lula falar do fim das ditaduras comunistas.
Seu sucessor teve um pontificado medíocre enrolado pela tolerância com escândalos sexuais e financeiros de sacerdotes. Um deles passou de raspão pelo Brasil, num trambique do namorado da atriz Anne Hathaway, sócio do sobrinho do atual decano do Colégio de Cardeais, o poderoso ex-secretário de Estado Angelo Sodano. A moça micou em US$ 135 mil e o rapaz foi preso nos Estados Unidos.
Medíocre é o seu jornalismo de quarta categoria! Tolerancia? Quem dissolveu o rolo nos Legionários de Cristo? Quem mandou uma penca de bispos para a aposentadoria? Acerta quem diz Bento XVI, mas o mentecapto Gaspari resolve julgar um papado que não acabou ainda da maneira mais rasa possível.
As dificuldades do Vaticano com suas finanças são antigas. Foi Pio IX quem avisou: “Posso ser infalível, mas estou falido.” Já os desempenhos sexuais de alguns sacerdotes, mesmo sendo coisa antiga, tornaram-se uma encrenca recente, com a qual João Paulo II e Bento XVI nunca conseguiram lidar direito, envenenando a missão pastoral de dioceses europeias e americanas.
O mesmo Gaspari que não fala das peripécias sexuais do Lula vem querer cantar de galo para cima da Igreja. Se tem sacerdote que não consegue guardar o pinto dentro da batina é herança de Paulo VI, com todo respeito a Paulo VI.
O eurocentrismo da Cúria Romana refletiu-se no Brasil. Durante o pontificado de Paulo VI, Pindorama passou de dois para oito cardeais. Hoje tem cinco. Bento XVI deixou sem o barrete cardinalício as arquidioceses do Rio e de Brasília. Porto Alegre teve cardeal e está sem. Recife, a primeira sé cardinalícia brasileira, está na segunda divisão desde os anos 60, quando a ditadura hostilizava D. Helder Câmara e não queria vê-lo cardeal.
Dom Helder, que Deus o tenha, não era cara para ser cardeal. A falta de barrete no Rio na minha opinião diz mais respeito ao atual bispo do Rio que ao Rio em si.
Se foi econômico com os barretes brasileiros, Bento XVI foi generoso aspergindo-os pela Europa. Elevou a diocese de Valencia (800 mil habitantes), na Espanha, mas não confirmou o barrete de Porto Alegre (1,5 milhão de habitantes).
Análise estúpida. Veja a tradição de Valencia e de Porto Alegre na história da Igreja.
Quem especular o nome do sucessor de Ratzinger pode jogar cara ou coroa. Nos seis últimos conclaves elegeram-se três favoritos (Ratzinger, Paulo VI e Pio XII) e três azarões (João Paulo II, João Paulo I e João XXIII, um gorducho que mal cabia nas vestes preparadas pelos alfaiates que trabalharam durante o conclave.)
Chamar João XXIII de gorduchinho é a cereja no bolo de m*rda que Gaspari escreve.
Pode-se esperar que, depois de um Papa saído da academia de teólogos e da burocracia de Roma, venha um pastor, como os dois João Paulo e João XXIII. Um administrador de diocese do Terceiro Mundo uniria o útil ao agradável.
Isso, um Hugo Chavez é o que Gaspari quer.
É assim que entra nas listas, com um sopro romano, o cardeal de São Paulo, D. Odilo Scherer, pastor de uma das maiores arquidioceses do mundo.
Aos 63 anos, teria um longo pontificado. Ele tem uma característica anfíbia. É brasileiro, mas, como quatro outros cardeais brasileiros (Claudio Hummes, Paulo Evaristo Arns, Aloisio Lorscheider e Vicente Scherer, seu parente distante), descende da imigração alemã. A mola mestra da eleição dos dois últimos papas foi a capacidade de articulação da hierarquia alemã.
O Espirito Santo mandou dizer que o excesso de pinga no Carnaval pode fazer a mente ficar embotada
D. Odilo lidera a facção conservadora do clero brasileiro, derrotada na última eleição da CNBB e nas eleições gerais em que se meteu.
Facção que eu saiba é o PCC, CV, Hamas, etc.
Para consumo mundial, preenche o requisito de um Papa do Terceiro Mundo, condição só superável pela escolha de um africano como Francis Arinze, de Lagos. Mais que africano, Arinze tem 80 anos e passou 25 em Roma. Seria um Papa de transição.
Com uma eleição marcada para o fim de março e um Papa vivo, vem aí um conclave inesquecível.
Elio Gaspari é jornalista
O nível do jornalismo Brasileiro está no esgoto.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Luiz Felipe Pondé exibe ignorância
Gosto habitualmente de Pondé, mas hoje ele exibe todo o esplendor de sua ignorância.
Veja abaixo e o Frei comenta em poucas palavras em Azul.
Como dizia o sábio Romário, este tem que enfiar um sapato na boca.
Pondé faz uma análise rasa e precipitada de um pontificado que ainda não terminou. O tempo irá responder a ele.
Veja abaixo e o Frei comenta em poucas palavras em Azul.
Análise: Alemão é brilhante como teólogo, mas fracassou como papa
Joseph Ratzinger é um dos maiores teólogos vivos do cristianismo. Como papa Bento 16, fracassou.
Conservador, um tanto liberal no começo de sua carreira, Bento 16 iniciou seu papado com um projeto, já em curso quando era a eminência parda intelectual de João Paulo 2º, de pôr "medida" na herança do Concílio Vaticano 2º, verdadeira "revolução liberal" na Igreja Católica.
Já nos anos 80 atacava a teologia da libertação latino-americana por considerá-la certa quanto ao carisma profético bíblico de procurar justiça no mundo, mas errada quanto a assumir o marxismo como ferramenta de realização desta justiça.
Bento 16 foi um duro crítico da ideia de que a igreja deva aceitar soluções modernas para problemas modernos.
Nesse sentido, apesar de ter resistido bravamente, com a idade e a fraqueza que esta implica, acabou por ser um papa acuado pelas demandas modernas feitas à igreja e por uma incapacidade de pôr em marcha sua "infantaria", que nunca aceitou plenamente seu perfil de intelectual alemão eurocêntrico.
Sua ideia de igreja é a de um pequeno grupo coeso de crentes, fiéis ao magistério da igreja (conjunto de normas para condução moral da vida), distante das "modas moderninhas".
Quais seriam algumas dessas demandas modernas? Diálogo simétrico com outros credos (multiculturalismo), casamento gay, divórcio, sacerdócio das mulheres, fim do celibato, uso de contraceptivos, aborto, punição pública de padres pedófilos (a igreja deveria passar esses padres para a Justiça comum), aceitação de avanços da medicina pré-natal como identificação de fetos sem cérebro e consequente aborto, alinhamento político do clero com causas sociais e políticas do terceiro mundo --enfim, desafios típicos do contemporâneo.Bento 16 esbarrou com o fato de que a maior parte dos católicos militantes hoje é de países pobres (afora o caso dos EUA, o cristianismo é uma religião de país pobre).
Os fiéis, portanto, estão mais próximos de um discurso contaminado pelas teorias políticas de esquerda, que fala de justiça social como um direito "divino" e aproxima Jesus de Che Guevara, do que da complicada discussão acerca dos excessos do iluminismo racionalista ou da crítica bíblica que tende a humanizar Cristo excessivamente em detrimento de sua divindade.
Seu próprio clero (sua "infantaria") ajudou no fracasso de seu papado, resistindo sistematicamente à "romanização da igreja", o que em jargão técnico significa centralização das decisões relativas ao cotidiano da instituição na lenta burocracia do Vaticano, com sua típica alienação europeia, distante do "caos" do mundo real do Terceiro Mundo. O Vaticano é muito europeu, inclusive em sua decadência como referência para o mundo no século 21.
Mas há dimensões que transcendem as dificuldades específicas de seu projeto conservador e tocam dificuldades da Igreja Católica contemporânea como um todo.A igreja hoje tem um sério problema de formação de quadros. Antes era "um bom negócio" entrar para a igreja; hoje, quem o faz, salvo casos de grande vocação mística e espiritual ou de revolta contra as ditas "injustiças sociais", é muitas vezes gente sem muita opção de vida.
Quando não, tal como é visto por parte da população secular, gente com desvios sexuais graves.
Os cursos de formação do clero, quando não totalmente contaminados pelos próprios teóricos que João Paulo 2º chamava em sua encíclica "Fides et Ratio" ("Fé e Razão") de "pensadores da suspeita" contra a fé e a razão (Marx, Nietzsche, Freud, Foucault), são fracos, com professores mal formados e conteúdos vazios. Claro que existem exceções, que, como sempre, em sendo exceções, confirmam a regra.
Enfim, o papado de Bento 16 fracassou, em grande parte, em razão do fogo amigo: sua própria infantaria.
A Igreja Católica agoniza diante de um mundo que cada vez é mais opaco para quem pensa, como ela, que a vida seja algo mais do que conforto, prazer e liberdade pra transar com quem quisermos e quando quisermos.
Como dizia o sábio Romário, este tem que enfiar um sapato na boca.
Pondé faz uma análise rasa e precipitada de um pontificado que ainda não terminou. O tempo irá responder a ele.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
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