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quinta-feira, 14 de março de 2013

Gerson Camarotti trollado pelo Vaticano não se cansa de falar bobagem

Depois de ter sido epicamente trollado pelo Vaticano e vendo todas suas profecias irem por terra, o intrépido Gerson Camarotti não se cansa e resolve ser o profeta do acontecido.

Vamos a última dele que rivaliza com a declaração do novo chefe do manicômio de Caracas segundo o qual Chavez influenciou na eleição do Papa.

Ele vai em vermelho e o frei em azul.


EXCLUSIVO: Cardeais da Ásia e da África despejaram votos em Bergoglio



CIDADE DO VATICANO - Sabe-se agora que além dos purpurados da América Latina, muitos cardeais da África e da Ásia despejaram seus votos no então cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio. O Blog apurou que esses votos foram fundamentais para consolidar a candidatura do arcepisbo de Buenos Aires desde o primeiro escrutínio. Os votos do italiano Angelo Scola diminuíram rapidamente nos escrutínios seguintes.

Hummmm. Considerando que há excomunhão braba para quem revelar coisas do conclave, das duas uma: ou Camarotti está delirando ou tem cardeal excomungado.

“Sem fortes candidatos, os africanos e asiáticos passaram a apoiar Bergoglio, que representava a mudança”, revelou uma fonte do Vaticano.

Gozado que o próprio Camarotti falou de camarote a torto e a direito de outras opções...

Essa articulação foi feita pouco antes do início do conclave pelo cardeal de Honduras, Óscar Maradiaga, presidente da Cáritas Internacional. O Blog já havia antecipado o papel de Maradiaga como principal cabo eleitoral da candidatura de Bergoglio.

Maradiaga, além de tocar violão é cabo eleitoral. Deve ter feito até jingle: "bote fé no Bergoglio, o Bergoglio é demais, boté fé no Bergoglio pois ele sabe o que faz"

Na condição de principal nome da Cáritas em todo o mundo, o arcebispo de Tegucigalpa tem grande poder de ramificação e contatos com prelados influentes da Igreja em todos os continentes. Num Colégio dos Cardeais que muitos purpurados não se conhecem, essa interlocução internacional passa a ser um trunfo poderoso.

Camarotti falou. Grandes m.... (não falo palavrão na Quaresma)

quarta-feira, 13 de março de 2013

Papa Francisco

O Papa Francisco apareceu há pouco no balcão da basílica de São Pedro para saudar o mundo pela primeira vez.

Vários jornalistas levaram, perdoem a expressão não papal deste pobre frade, um nabo homérico.

Muito bom o texto do Augusto Nunes criticando os jornalistas de araque.

A campanha pela eleição do Papa brasileiro terminou. É hora de começar a tratar da redução do rebanho de pecadores no poderComo se fosse pouco o fato de Deus ser brasileiro, boa parte do País do Carnaval passou os primeiros dias de março exigindo ─ ou comemorando antecipadamente ─ a eleição de um Papa nascido aqui. Metade da torcida não decorou a primeira parte do Salve Rainha; a outra esqueceu a segunda parte do Credo. Alheios a tais irrelevâncias, jornalistas convertidos neste verão e vaticanistas de jardim da infância decidiram que chegara a hora de instalar um compatriota no trono reservado ao chefe de 1,2 milhão de devotos.
Como aprendemos já no berço, este é o maior país católico do mundo. Lula conversa com o Pai e aconselha o Espírito Santo pelo menos duas vezes por semana. E não é qualquer nação que apresenta um candidato do porte do cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo e um dos mais influentes dos 105 participantes do conclave. É nome para fumaça branca já na primeira votação, garantiram redatores de manchetes e apresentadores de telejornais.
Ainda não foi desta vez, decepcionaram-se os manifestantes que desde segunda-feira berravam na Praça de São Pedro a palavra de ordem que fundiu a pátria e a fé: “O Papa é do Brasil!”. Não é. É da Argentina o cardeal Jorge Mario Bergoglio, que vai ocupar com o título de Francisco I o trono reservado ao representante de Deus na Terra. Deu zebra, começam a balbuciar teólogos que não sabem a diferença entre um terço e um colar. É nisso que dá brincar de doutor com coisa que não se conhece nem de vista.
Terminada a campanha, que tal descobrir que o ano já está no terceiro mês e há problemas de sobra a enfrentar no país comandado por Lula e gerenciado por Dilma Rousseff, com a ajuda de 39 trapalhões? Dispensado de pensar na eleição do Papa, o rebanho tem tempo de sobra para pensar em eleições domésticas. Já que não emplacaram o Santo Padre, os brasileiros poderiam sentir-se menos frustrados (e permitir que o país decente se sentisse muito melhor) se tratassem de mandar para casa (ou para a cadeia) os pecadores que infestam os Três Poderes.
Um Papa nativo teria de examinar a hipótese de excomungar um por um os criminosos que, alojados nas cercanias dos cofres públicos, espancam os Dez Mandamentos e colecionam pecados capitais. As urnas podem fazer, e em escala industrial, o mesmo serviço. Oremos

Habemus Papam!

Habemus Papam!

Ligue a TV! ou ligue em www.cnn.com

sábado, 9 de março de 2013

O Estábulo de São Paulo segue falando asneira

Aí vão as manchetes do Estábulo de São Paulo de hoje.

O frei aqui não pode apostar pelo voto de probreza mas recomenda que aqueles que quiserem apostar não se informem pelo Estábulo de São Paulo que vem praticando jornalismo de quinta categoria e está nas minhas orações diárias. Rezo para que vá a falência.

Se quiser apostar veja as probabilidades aqui: http://www.intrade.com/v4/markets/?eventId=92185 ou então aqui: http://www.oddschecker.com/politics-and-election/next-pope/winner

Dom Odilo subiu nas casas de apostas mas ainda está pagando 8 para 1 o que é bem alto.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Gerson Camarotti ¿porque no te callas?

Segundo ele mesmo: "Gerson Camarotti é comentarista político da Globo News e repórter especial de política do Jornal das Dez. Pernambucano e torcedor do Náutico desde 1973. Jornalista formado pela Unicap". Não eu não comi um m. É Unicap mesmo não Unicamp.

Unicap é a Universidade Católica de Pernambuco. Não é pontifícia, mas se diz católica. E Gerson Camarotti tem se dedicado ultimamente a escrever sobre o conclave com sua visão míope da Igreja Católica.

Vejam a última.


Integrantes do episcopado brasileiro estão preocupados com o lançamento precoce da candidatura do cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, por cardeais americanos. O temor é que esse movimento possa queimar as chances de Scherer. Isso porque a grande exposição dele nos últimos dias levantou aspectos positivos, mas também negativos para a escolha do Odilo como o próximo Papa.

Entre os aspectos positivos levantados, está o fato dele ser da América Latina, o que poderia simbolizar uma renovação no Vaticano. Dom Odilo também já viveu na Cúria Romana, onde trabalhou na Congregação para os Bispos. Além disso, ele tem uma atuação classificada de “corajosa” no comando de uma das maiores arquidioceses do mundo.

O fato de o cardeal brasileiro ter enfrentado pessoalmente estudantes da PUC, recentemente, é apontado como um traço forte da sua personalidade. Apesar de ter sido agredido verbalmente, ele não se intimidou e manteve o ato religioso no pátio da universidade.

Mas o Blog apurou que nestes últimos dias, alguns integrantes do episcopado brasileiro passaram a ser consultados por colegas de todo o mundo para traçar um perfil de dom Odilo. O próprio episódio da PUC também passou a explicitar a personalidade mais rígida do cardeal de São Paulo.

Outro fato que chamou a atenção é de que, em 2011, ele perdeu a disputa para o comando da CNBB. Na ocasião, o cardeal de Aparecida, dom Raymundo Damasceno, foi eleito no segundo escrutínio com 196 votos (71% dos votos válidos).  Dom Odilo recebeu 75 votos.

Esse placar mostra que há resistência ao nome de dom Odilo entre integrantes do episcopado brasileiro. De perfil conservador, ele é apontado como um cardeal pouco político no trato com os bispos brasileiros. “Tem um estilo mais alemão. É muito direto e objetivo. Não é de fazer política”, resume um influente prelado que conviveu com dom Odilo na CNBB, quando ele foi secretário-geral da entidade.

Esses comentários acabam contaminando os cardeais que vão participar do conclave.  “O grande problema é que lançaram muito cedo a candidatura de dom Odilo. Certamente, é uma tentativa de queimá-lo”, alertou esse prelado, que é próximo do cardeal.



Da forma que ele fala o conclave é como a eleição para a presidência do Senado. Estão buscando um Renan Calheiros para Papa.

É triste ver um jornalista que consegue ser publicado na página inicial do G1 ter uma análise tão rasa de um assunto tão importante como é o conclave. Certamente os cardeais que vão eleger o Papa não estão nem aí com o resultado da eleição da CNBB do B.




domingo, 3 de março de 2013

Dom Odilo para Papa? O G1 que falou. Vamos analisar

O G1 está se esmerando na arte de falar bobagem. Não que dom Odilo não possa ser eleito Papa, não é meu favorito porque não tem uma cabeça teológica apurada, mas tenho fé de que o Espírito Santo sabe o que faz.

O problema é a forma que o G1 apresenta a coisa.

Vamos comentar o G1. Eles na cor do capeta e eu na cor do manto da Virgem.


O jornal italiano "La Stampa" afirmou no sábado (2) que cresce a cotação do cardeal brasileiro dom Odilo Scherer para se tornar o novo Papa, sucedendo ao agora Papa Emérito Bento XVI.
A articulação incluiria eleger um secretário de Estado do Vaticano italiano, ou argentino de origem italiana no conclave de cardeais que deve ocorrer nos próximos dias, após a renúncia de Bento XVI, formalizada na última quinta-feira (28).

Meus amigos. Se houvesse uma articulação neste sentido os envolvidos estariam excomungados de acordo com o N.81 da Constituição que regula o conclave

Os Cardeais eleitores abstenham-se, além disso, de todas as formas de pactuação, convenção, promessa, ou outros compromissos de qualquer género, que os possam obrigar a dar ou a negar o voto a um ou a alguns. Se isto, realmente, se tivesse verificado, mesmo que fosse sob juramento, decreto que tal compromisso é nulo e inválido e que ninguém está obrigado a observá-lo; e, desde já, comino a pena de excomunhão latae sententiae para os transgressores desta proibição. Todavia, não é meu intento proibir que, durante o período de Sé vacante, possa haver troca de ideias acerca da eleição.


Por trás da iniciativa, segundo o jornal, estaria o decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano, e o cardeal italiano Giovanni Battista Re, além de outros cardeais italianos.

O Cardeal Sodano não vota e nem entra no conclave.

A argumentação a favor de Dom Odilo, sempre segundo o jornal, é que ele é um latino-americano bem considerado, fala bem italiano e tem um sobrenome alemão e "modos medidos" que o fazem parecer "pouco latino".

Não sei se entendei bem, mas pareceu racismo. "Latino mas limpinho". Será que foi isto que disse o jornal?

Já o jornal "Il Messaggero" coloca Scherer ao lado de três outros favoritos: o canadense Marc Ouellet, o húngaro Peter Erdo e o italiano Angelo Scola.

Meu favorito será o que o Espírito Santo escolher. Se bem que gosto do Cardeal Edwin O'Brian que já saltou de paraquedas atrás das linhas inimigas no Vietnã como capelão para atender seus soldados.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

G1 continua mostrando ignorância.

Amigos, a penitência quaresmal tem sido braba. Mas a pior penitência é ler asneiras.

Aqui vai a quota de hoje.

Primeiro o analfabetismo funcional e depois o moral.

Veja a chamada na página principal e a seguir o que se lê quando se clica.



Então ele vai, mas não vai... O analfabetismo nas redações é um problema sério. E os que comentam as matérias estão num nível mais baixo ainda na cadeia alimentar.

Um sábio comentarista que entende tudo de história...


Mas o analfabetismo funcional não é o pior. Leia o que escreve o blogueiro Gerson Camarotti. O dele vai na cor do capeta, o frei comenta em azul.

Favorito até o momento para o Conclave, o cardeal arcebispo de Milão, Angelo Scola, começa a encontrar resistências de cardeais de setores mais moderados da Igreja. Vários bispos demonstram preocupação pelo fato de Scola ser ligado a um grupo poderoso da Igreja Católica, denominado Comunhão e Libertação.
É o famoso favoritismo PND. O vários ali deve ser uns dois ou três. 
“O Papa não pode ser de um grupo da Igreja, tem que representar toda a Igreja. O grande problema desses grupos é que eles buscam o poder interno. Esses grupos, como o Comunhão e Libertação e a Opus Dei, funcionam como partidos políticos dentro da Igreja”, relatou ao blog um arcebispo.
Um arcebispo relatou ao blog que a Comunhão e Libertação e o Opus Dei são como partidos políticos. Sei... E o Papa não poderia vir das fileiras de um movimento ou instituição da Igreja porque tem que representar toda a Igreja segundo sua insalência. 

Então vejamos, há 18 cardeais eleitores que são membros de uma ordem religiosa - OP(2), PSS(1), SDB(4),  OFM(4), OMM(1), OMI(1), SJ(2), CM(1), CS(1), CSSR(1); segundo a lógica de sua insalência estes não poderiam também ser eleitos certo?

No entanto não é bem assim que a banda toca. O Espirito Santo não concorda muito com sua insalência  e na história houve 34 Papas de 265 que eram religiosos. Só dos Beneditinos foram 17. 

Depois disto, só lembrando o Rei da Espanha: "¿Por qué no te callas?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Anta locuta causa finita

O jornalista que resolveu ser especialista em questões papais e de renúncias papais escreve no portal G1 em vermelho e este frei comenta em azul.

Cresce a pressão de cardeais de todo o mundo para antecipar o Conclave. Em carta ao secretário de Estado e Camerlengo, Tarcísio Bertone, um purpurado brasileiro argumentou que se o Conclave for mantido para 15 de março, muitos cardeais teriam que retornar para suas arquidioceses.
Imagino que o pessoal está com coisas muito mais importantes para fazer que o conclave. Coisas como organizar eventos, falar da campanha da fraternidade, etc.
“Ninguém quer voltar. Todo mundo quer aproveitar a viagem para acompanhar a renúncia do Papa Bento XVI e já ficar para o Conclave”, explicou um cardeal, em conversa com o Blog. “Repetir uma viagem à Roma é muito cansativo num curto espaço de tempo”, reforçou.
Como diria o capitão Nascimento: o senhor é um fanfarrão. Imagine no século XV quando os cardeais iam para lá no lombo de um burro. Viajar de classe executiva dá para aguentar senhor cardeal anônimo. 
A tendência é de antecipação do Conclave. Mas neste momento, o grande esforço é de restringir os nomes dos favoritos para a sucessão de Bento XVI para evitar um Conclave demorado e com muitas disputas.
Note que Bento XVI ainda não renunciou e "neguinho" já está repartindo o butim. Quero ver a cara dos cardeais se Bento XVI chega no dia 28, dá um tapa na mesa e fala: "quem manda nesta .... aqui sou eu". 

Imagem meramente ilustrativa...